A Avalia abriu em agosto de 2026, em Uberlândia (MG), com dois sócios de áreas diferentes. Pedro Pavanelli passou mais de dez anos à frente de uma empresa de comunicação visual, com produção, design e venda para outras empresas. Ruan Nagel trabalhou nove anos em vendas ativas de crédito e atendeu mais de 400 clientes.
O primeiro produto: a placa de avaliação
O ponto de partida foi um problema do comércio local: o cliente satisfeito raramente avalia a loja no Google, porque ninguém pede e o caminho até o formulário é longo. A primeira resposta foi uma placa de acrílico para o balcão, com QR Code e NFC, que leva direto à avaliação.
A equipe saiu de porta em porta. Nas duas primeiras semanas foram 200 comércios visitados e 30 placas vendidas.
Do balcão para o software
Para vender e acompanhar as placas, a equipe precisava de cadastro pelo celular, controle de estoque e cálculo de comissão. Esse sistema virou o Avalia Sales, a plataforma de vendas e marketing da casa.
Nas conversas com os clientes apareceram outras necessidades. Quem vende curso ou serviço de valor mais alto perdia a venda por falta de limite no cartão do cliente: daí veio o Avalia Gestor, de venda parcelada no boleto e no Pix, com cobrança automática. E o atendimento no WhatsApp tomava o dia de quem estava no balcão: daí veio a Lia, que atende, mostra o catálogo e fecha o pedido no número da própria empresa.
Como a Avalia trabalha hoje
A matriz fica em Uberlândia e a produtora, em Florianópolis (SC). A casa desenvolve o produto físico e o software juntos: a peça começa o contato com o cliente, e o sistema registra, cobra e mede o resultado.
Os produtos estão em operação e podem ser contratados separadamente. Quando a necessidade não cabe em nenhum deles, a Avalia desenvolve o software sob medida.